Pascoal olha bem para a filha de quinze anos, e para o jovem rapaz que aparentava ter a mesma idade sentado na sala de sua casa. Wanuza, sua filha estava com cara emburrada e de braços cruzados parecia a mesma criança mimada de tempos atrás.
- Pai, ele é só um amigo. Não tem nada demais. Estávamos apenas vendo um filme.
- De luz apagada Wanuza?
- Era para se parece com um cinema seu Pascoal. - Diz o rapaz com uma voz tão fina e humilde que Pascoal começou a acreditar que poderia ser realmente apenas um amigo.
Pascoal vira-se para sua filha e fala:
- Vai para seu quarto Wanuza!
- Pai, não estou namorando com o Lucas. Ele é só um amigo.
- Vai para o seu quarto. Que eu vou ter uma conversa com esse Lucas.
Wanuza emburrada vai até o quarto dela e bate a porta se trancando lá dentro.
Lucas olha assustado para o homem de cara gorda e com um grande bigode já começando a ficar grisalho.
- Você pode até enganar minha filha. Mas sei o que todos os rapaizinhos da sua idade quer Lucas. - Diz Pascoal ainda em pé diante do menino franzino sentado.
- Eu juro seu Pascoal que pretendo ter com sua filha somente amizade.
Ele abre um sorriso e dando uma piscadinha fala para Lucas.
- Duvido que se minha filha quiser ficar com você, você não ia namora-la!
De repente o menino se levanta e fala sério.
- Seu Pascoal, se você fosse fazer um trabalho voluntário num orfanato, onde a maioria das crianças passa fome. E você fosse responsável por fazer a comida, e a comida fosse pouca. Você teria coragem de comer?
Pascoal para e pensou um pouco. E ia falar alguma coisa mais o rapaz surpreendentemente eloquente continuou:
- E se sobrasse comida depois de todas as crianças estarem saciadas e seu chefe te oferece um pouco da comida? E você nunca tivesse comido com tanta fartura você aceitaria o prato de comida ou não?
Pascoal ficou olhando para o menino, e para aquela analogia que ele tinha feito. Ia para falar alguma coisa...mas fechou a boca. Foi até a porta do quarto de sua filha, aos olhos do menino, e bateu duas vezes e gritou.
- Wanuza, Lucas está esperando você para continuar o filme.
- Pai, ele é só um amigo. Não tem nada demais. Estávamos apenas vendo um filme.
- De luz apagada Wanuza?
- Era para se parece com um cinema seu Pascoal. - Diz o rapaz com uma voz tão fina e humilde que Pascoal começou a acreditar que poderia ser realmente apenas um amigo.
Pascoal vira-se para sua filha e fala:
- Vai para seu quarto Wanuza!
- Pai, não estou namorando com o Lucas. Ele é só um amigo.
- Vai para o seu quarto. Que eu vou ter uma conversa com esse Lucas.
Wanuza emburrada vai até o quarto dela e bate a porta se trancando lá dentro.
Lucas olha assustado para o homem de cara gorda e com um grande bigode já começando a ficar grisalho.
- Você pode até enganar minha filha. Mas sei o que todos os rapaizinhos da sua idade quer Lucas. - Diz Pascoal ainda em pé diante do menino franzino sentado.
- Eu juro seu Pascoal que pretendo ter com sua filha somente amizade.
Ele abre um sorriso e dando uma piscadinha fala para Lucas.
- Duvido que se minha filha quiser ficar com você, você não ia namora-la!
De repente o menino se levanta e fala sério.
- Seu Pascoal, se você fosse fazer um trabalho voluntário num orfanato, onde a maioria das crianças passa fome. E você fosse responsável por fazer a comida, e a comida fosse pouca. Você teria coragem de comer?
Pascoal para e pensou um pouco. E ia falar alguma coisa mais o rapaz surpreendentemente eloquente continuou:
- E se sobrasse comida depois de todas as crianças estarem saciadas e seu chefe te oferece um pouco da comida? E você nunca tivesse comido com tanta fartura você aceitaria o prato de comida ou não?
Pascoal ficou olhando para o menino, e para aquela analogia que ele tinha feito. Ia para falar alguma coisa...mas fechou a boca. Foi até a porta do quarto de sua filha, aos olhos do menino, e bateu duas vezes e gritou.
- Wanuza, Lucas está esperando você para continuar o filme.
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